Ferrovia Litorânea: empresários do Sul procuram DNIT

Objetivo é atualizar a situação do projeto e pontuar quais os entraves a superar

A construção da Ferrovia Litorânea é uma das principais bandeiras da Regional Sul da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina – FACISC. A obra que ligará a Ferrovia Tereza Cristina em Imbituba até Araquari, interligando os portos de Santa Catarina, é a alternativa logística que falta para melhorar a competitividade e a eficiência do Sul de Santa Catarina, além de reduzir o fluxo de caminhões na BR-101.

Na última semana, o presidente da Associação Empresarial de Imbituba, Jaime Pacheco Alves, responsável da regional por manter o tema em evolução, reuniu-se com o superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura em Transportes – DNIT Vissilar Preto e o deputado federal Ronaldo Benedet, em Florianópolis. “O objetivo do encontro foi convidar os técnicos do DNIT para apresentar aos empresários da Regional Sul da Facisc em qual etapa está o processo da ferrovia, pois precisamos saber quais são os problemas para que tenhamos uma direção para trabalhar. Já são 15 anos nesta luta e aguardamos agora o agendamento desta apresentação”, afirma.

A Ferrovia Litorânea terá extensão de 245 km e tem um custo estimado de R$ 4 bilhões. Um dos principais entraves é a aprovação da Fundação Nacional do Índio (Funai) pois o traçado da ferrovia passa por áreas de preservação indígena no trecho do Morro dos Cavalos, em Palhoça. O traçado alternativo proposto torna a realização da obra inviável. Em 2015 uma audiência pública foi realizada na Assembleia Legislativa, mas o projeto segue parado.

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