Área de asseio e conservação emprega 1,6 milhões e estima crescimento de 10% ao ano

Nova Lei da Terceirização é fator impulsionador, mas exige adequações das empresas

Mais conhecido pelos trabalhos de limpeza e serviços gerais, o setor de asseio e conservação também engloba jardinagem, zeladoria, manutenção elétrica e mecânica, recepção, vigilância, entre outras profissões que fazem com que este segmento empregue, formalmente, em torno de 1,6 milhões de trabalhadores no Brasil. No dicionário, asseio é a particularidade daquilo que é limpo, é a característica do que é primoroso, feito com capricho e é nestes pontos que está concentrada a atenção das empresas que prestam os serviços de asseio e conservação, o que, na maioria das vezes, é feito de forma terceirizada.

De acordo com a pesquisa “A Força do Setor”, apresentada pela Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Asseio e Conservação (Febrac), são cerca de 13 mil empresas ligadas ao setor no país e 72% delas estão nas regiões Sul e Sudeste. Volnei da Silva é supervisor de qualidade da TecServ, de Criciúma, e confirma a preocupação com a qualificação dos profissionais e inovação para os equipamentos.

“A maioria dos trabalhos de asseio e conservação é para qualquer tipo de pessoa fazer, mas exigimos comprometimento e buscamos profissionais que já tenham algum conhecimento nas áreas disponíveis. Também não dispensamos o treinamento adequado e estamos sempre de olho nas novidades do mercado de equipamentos. Como os serviços são terceirizados, o cliente contrata a nossa empresa, então é nossa responsabilidade, acima da do funcionário, que o trabalho seja bem feito”, frisa Volnei.

Ainda conforme a Febrac, há uma perspectiva de crescimento de aproximadamente 10% ao ano para o setor, o qual chega a investir mais de R$ 110 milhões em treinamento para os trabalhadores; destes, quase 70% são do sexo feminino.

Segundo o supervisor de qualidade da TecServ, grandes indústrias, escritórios de advocacia, shoppings centers e clínicas médicas são bons exemplos de setores que contratam serviços terceirizados, além do setor público, tanto é que a maioria das empresas do segmento está no Distrito Federal para atender a demanda de trabalho do Governo Federal.

Nova Lei da Terceirização – Sancionada nesse ano de 2017, no final de março pelo presidente Michel Temer, a chamada Lei da Terceirização (Lei N° 13.429) deve ser mais um fator impulsionador para o segmento, isso caso as empresas se adequem, como reforça Volnei:

“Com essa alteração na Lei, não apenas os serviços básicos de uma empresa e aqueles mais braçais poderão ser terceirizados, mas, também, os essenciais e até aqueles mais técnicos. Isso amplia a gama do setor de asseio e conservação, mas também deve criar novas empresas, novos ramos, o que exige adaptação e agilidade para quem já está no mercado e, diariamente, supera desafios”.

Fotos: Vanessa Amando

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